Quinta-feira, 04 de Junho de 2020
POLITICA

ELEIÇÕES 2018: Presidenciáveis miram Bolsonaro e Haddad em debate da Record

Com ausência de ex-militar da reserva, petista teve que lidar com a maior parte das críticas e acusações dos participantes

Publicada em 01/10/18 às 04:32h - 466 visualizações

por Selviria - O seu portal de noticias.


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Foto: reprodução/Record  (Foto: Selviria - O seu portal de noticias.)
Faltando uma semana para o primeiro turno das Eleições, os candidatos à presidência aproveitaram o debate transmitido neste domingo (30) pela TV Record para desgastar os dois primeiros colocados nas pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

Marina Silva (Rede) criticou, logo no primeiro bloco, a afirmação de Bolsonaro de que não respeitará o resultado da eleição caso não seja eleito e mandou recado para o ex-militar da reserva. "O Bolsonaro é o único candidato que diz que irá governar para os mais fortes. Espero que ele esteja no próximo debate para explicar essas coisas que afirmou durante a campanha", disse a candidata da Rede. 

Mesmo com alta do hospital, onde permaneceu desde o início de setembro após sofrer um atentado em Juiz de Fora, Minas Gerais, Bolsonaro não foi ao debate transmitido pela TV Record. 

Já Cabo Daciolo (Patriota) alfinetou Haddad após ser questionado sobre políticas de habitação social por Guilherme Boulos (PSOL). "O Lula é um líder, mas o Haddad ficou quatro anos na Prefeitura de São Paulo e não fez nada", disse o candidato. 

Marina ainda colocou Haddad e Bolsonaro como lados da mesma moeda. "O Brasil não pode ficar entre a cruz e a espada", disse.

Em outra oportunidade, o tucano Geraldo Alckmin enfatizou o argumento de Marina e deu continuidade a estratégia dos seus programas no horário eleitoral, onde coloca Bolsonaro e Haddad como radicais. 

"O PT votou contra o Real, Bolsonaro também. PT votou contra monopólio das telecomunicações, Bolsonaro também. O PT votou no Lula, Bolsonaro também declarou em plenário que votou no Lula. Como radicalismo se atrai", afirmou o candidato do PSDB.

Durante a transmissão, Haddad chegou a pedir direito de resposta para a Record após acusação de Álvaro Dias (Podemos) de que o ex-presidente Lula comandaria, da cadeia, uma suposta distribuição de verba de campanha do PT para minar a candidatura de Ciro Gomes (PDT) no nordeste. A emissora negou.

Constituição
Ciro questionou Haddad sobre a proposta do plano de governo petista em "criar condições para uma nova constituinte" e o comparou com a fala de General Mourão, vice de Bolsonaro, que também deu declarações sobre a possibilidade de criar uma Constituição. 

"Você não acredita em uma única palavra no que acabou de dizer. Não existe poder constituinte em um Presidente da República. A Constituição é para por limite nos poderosos", disse o ex-governador do Ceará, enquanto o petista se justificou: "A intenção é criar condições para que possamos, no futuro, ter uma Constituição mais moderna, enxuta, que coloque regras para o sistema bancário, por exemplo. Muita coisa que você está falando que vai fazer, não conseguirá sem uma emenda constitucional", completou Haddad



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